Filho de um soldador e de uma empregada doméstica, Oldman estudou a arte dramática de maneira aprofundada na Britain’s Rose Brufford Rose Drama College, não se formando apenas como ator mas também saindo bacharel nessa área no ano de 1979. Chegou a ganhar alguns prêmios na década seguinte, exercendo vasta atividade nos palcos londrinos. Estreou no cinema em 1981. Em 1983, Gary protagonisou seu terceiro filme, “Sid e Nancy - O Amor Mata”, interpretando Sid Vicious, e com isso chamou a atenção da crítica para sua personalidade. Quatro anos depois encarnou o dramaturgo Joe Orton (assassinado a machadadas por seu amante) no filme “O Amor não Tem Sexo”. Foi indicado para o Oscar britânico de melhor ator, por sua elogiada atuação no longa. Nessa altura, sua figura “sombria” estava mirada por Hollywood, onde continuou ‘personificando o mal’. Em 1991, autuou em “JFK - A pergunta que não Quer Calar”, filme dirigido por Oliver Stone, no qual interpretava Lee Osvald, o homem que atirou e matou o presidente John Kennedy. A partir daí, sua filmografia foi crescendo com menos intervalos. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão “Drácula de Bram Stoker”, “Minha Amada Imortal” (como o compositor Ludwig van Beethoven), “Força Aérea Um” e o telefilme “Jesus” onde - é claro - se encarregou do papel de Pôncio Pilatos. Por essa atuação ganhou um milhão de dólares, quantia inferior à recebida em “Perdidos no Espaço”, cinco milhões. “A vida de Gary Oldman oferece um paradoxo: ao mesmo tempo que aparece no cinema na pele de vários personagens sinistros, na vida pessoal tem sido um sedutor. Muitas mulheres famosas e bonitas (como Isabella Rossellini, Uma Thurman e Winona Ryder, que desmente) se envolveram com ele. Oldman foi casado nos anos 80 com Lesley Manville (relação que gerou um filho) e entre 1990 e 1992 com Uma Thurman. Em 1997 se casou com Donya Fiorentino e se divorciou em 2001.” Filmografia |




