Título original: Harry Potter and the Chamber of Secrets
Autora: JK Rowling
Tradução: Lia Wyler
Páginas: 288
Ano de publicação (Inglaterra): 1998
Ano de publicação (Brasil): 2000
Editora (Inglesa): Scholastic
Editora (Brasileira): Rocco

Sinopse:

É pura magia! Aranhas gigantes, cobras que matam só com o olhar, varinhas mágicas com defeito… Muitas histórias contribuem para que o leitor se encante com Harry Potter e a câmara secreta, onde ele vai reencontrar todos os pequenos heróis e amigos do livro anterior. Mas isto não será para sempre. J. K. Rowling, a autora da saga de Harry Potter, já avisou que até o sétimo livro da série, que promete ser o último, alguns personagens do bem vão morrer.

A trama de Harry Potter e a câmara secreta começa com o pequeno feiticeiro passando as férias na casa de seus tios trouxas (não-bruxos) e sendo, como sempre, muito maltratado. Seu aniversário de 12 anos é o pior de todos: ninguém o cumprimenta, não ganha nenhum presente, nada. O garoto, órfão de pai e mãe, chega a cantar Parabéns pra você baixinho como se quisesse, ele próprio, provar que está vivo. Para piorar, os tios o prendem num quarto cercado de grades com direito a apenas uma refeição por dia — que ele divide com sua coruja, igualmente encarcerada numa gaiola.

De repente, aparece um carro voador com amigos feiticeiros que livram Harry Potter dessa amargura. Essa é apenas a primeira cena em que Joanne brinca com situações-limite. Todo o livro é permeado de quase-desgraças e é, por isso mesmo, quase impossível parar de ler. A empreitada, dessa vez, consiste em localizar uma câmara secreta e liquidar o monstro que está atacando estudantes do colégio Hogwarts, no qual os pequenos feiticeiros estudam magia e se divertem aprendendo, por exemplo, a transformar as plantas usando adubo de dragão.

Para Harry, garoto sem família e rejeitado pelos tios, Hogwarts é tudo. Portanto, quando colegas, e até professores, começam a desconfiar que ele tem alguma participação nas tragédias que estão acontecendo no colégio, a situação fica mais complicada. Até Hermione, amiga querida de Potter, é atacada pelo monstro e se transforma numa estátua. Só resta ao nosso herói tentar resolver o mistério por conta própria. Mais uma vez, ele enfrenta o terrível bruxo das trevas e… O final é surpreendente e muito divertido.

Título Original: Harry Potter and the Philosopher’s Stone.
Curiosidade: Mudaram o nome do livro nos EUA para Harry Potter and the Sorcerer’s Stone. Besteira, na minha opinião, dividir a imprensa, pois alguns puseram o ‘Sorcerer’ como título oficial do filme. Besteira mesmo. Se o livro foi escrito para a Inglaterra inicialmente, é muita injustiça mudar o nome no filme (que também foi gravado na Inglaterra). A razão da mudança? A Scholastic - que comprou os direitos de publicação nos E.U.A -, achou que uma criança não compraria um livro com a palavra ‘filosofal’ no título. ‘A Pedra Filosofal’ é o glamouroso pontapé inicial que recebe o adorável bruxinho iniciante. O sucesso do livro é inegável: tanto é que o conhecemos - e amamos - até hoje, seis anos depois do seu lançamento.
Mas a história já está tão batida que é quase um castigo contá-la novamente. O primeiro livro representa o começo do começo de toda a aventura, embora venha com tantas e tantas pistas sobre o futuro dos personagens (algumas inimagináveis!).
Este ‘capítulo’ da história de Potter ganhou um filme homônimo, baseado nos contos de Rowling - mas somente baseado… e não totalmente fiel. O longa tem 2h23min de duração; minutos estes que passam como um raio de fogo - com trocadilho incluído (Firebolt)

Fatos:
* A primeira obra de J.K.Rowling foi recusada por mais de cinco editoras antes da Bloomsbury.
* J.K.Rowling levou 7 anos para terminar o primeiro livro, por não ter pressão do público e porque tinha esperança de fazer uma estória que vendesse por todas as livrarias do país.
* “A Pedra Filosofal” foi escrito num caderno de anotações, nos cafés de Edimburgo.
* Rowling disse que não esperava uma repercussão tão grande em torno de seus livros. Achava que seria “como muitas autoras americanas, comunicando-se por correspondência com Princesa Diana, em seu escritório, em sua casa”.